Projeto de venda da maconha em Farmácias alemãs.

Alemanha: Farmácia como boca-de-fumo para salvar economia.

Data: 16/05/2009
vitrines virtuais de farmácias canábicasVitrines virtuais de farmácias canábicas

A Alemanha é a maior economia da Europa e a quarta do mundo. Foi atingida em cheio pela crise econômica e contribuiu para rebaixar em 2,5%, no primeiro trimestre de 2009, o PIB da União Européia.

O partido alemão de esquerda, pela porta-voz Monika Knoche, apresentou uma fórmula para combater a crise alemã, a maior desde a reunificação do país, com a queda do Muro de Berlim.

Para Monika, a legalização da maconha, por razões exclusivamente econômicas, seria a solução.

Monika ressaltou: “Em razão da crise atual, se a venda da cannabis fosse permitida e com regras normativas bem estabelecidas, oxalá, e pelas vendas em farmácias, o Estado pudesse contar com novas entradas fiscais”.

A referida porta-voz do partido de esquerda da Alemanha parece ter se inspirado na “quebrada” Califórnia. Ou seja, repete a idéia inserta (inserida) no projeto do deputado californiano Tony Ammiano, que, pela falta de novas receitas, tanto empolgou o governador Arnold Schwazenegger.

O governador Arnold Schwarzenegger, do partido republicano, disse haver chegado o momento de o estado da Califórnia  discutir a legalização da maconha para uso recreativo.

Schwazenegger deu um claro sinal à bancada parlamentar republicana. Ou melhor, o governador não se opõe à aprovação do projeto do deputado Tom (Tony) Ammiano, protocolado em abril de 2009.

Pelo texto do projeto de lei do deputado Ammiano, a maconha seria equiparada às bebidas alcoólicas e tributadas a cultivação e o comércio.

A legalização da maconha permitiria ao estado da Califórnia a arrecadação de US$1,3 bilhões por ano. Essa arrecadação, segundo cálculo inserto (inserido) no projeto de lei do deputado Tony Ammiano, decorreria da tributação imposta, ou seja, US$50 por onça (28 gramas).

Convém registrar, – com relação à comercialização da maconha para fins terapêuticos -, que o estado da Califórnia fatura anualmente US$200 milhões. De olho nesse tipo de receita, nos estados de Minnesota, New Hamoshire e Rhode Island, tramitam em regime de urgência projetos legislativos para autorizar o consumo de maconha para finalidade médico-terapêutica.

PANO RÁPIDO: Não vai demorar para o cloridrato de cocaína virar solução econômica. Já foram detectados resíduos de cocaína no rio Tamisa e no ar de grandes centros europeus, a representar indicativos reveladores de altíssimo consumo. Em tempo de quebradeira, nenhuma nova fonte de arrecadação é deixada de lado. Ou alguém duvida disso?

Autor:  Wálter Fanganiello Maierovitch
Fonte: Terra Magazine

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