Brayan Seixas

(10/08/2009)

Como num espelho quebrado,
Imagem é desfeita em mil partes.
Fui por vezes dicotomizado,
buscando amores em todas cidades.

.

O quebra-cabeça foi montado.
Os contornos são frios e irregulares,
Mas as peças são complementares.
O meu Eu foi enxergado.

.

Você enfim me libertou.
Fui recomposto e amado.
Seu amor me desvendou.
Não sou mais fragmentado.

.

Amas minhas contradições.
Suportas minhas qualidades.
Sonhas minhas aspirações.
E facilitas as dificuldades.

.

O meu Eu foi amado,
E os meus eus, esquecidos.
Jamais serão de novo vendidos.
Serei eternamente desejado.

.

Em você, sou Um em mim mesmo
Com você, não sou mais um desejo.

.

———————————————————————————————–

(10/08/2009)

Sou homem de muitos amigos.
Tenho no bar, amigos do bar.
Tenho no templo, amigos do templo.
No bairro, amigos do bairro.
Na política, amigos da política.

.

Há um amigo para cada eu.
E muitos, grandes amigos.
Para cada um dos meus eus há amigos próprios.
Todavia, não sequer um amigo d’EU.

.

As amizades não são fragmentadas.
Mas Eu.
Certamente as amizades são verdadeiras.
Como um contrato firmado entre Ele e um eu,
ou entre o Outro e um eu.
A relação é verdadeira, ambos concordam.
Contudo, talvez o contrato seja invalidado.
Uma das partes não existe.
Eu não sou um dos meus eus.
Um eu não é ninguém, não existe.
Como alguém que não existe pode ter amigos?
É possível ter um amigo que não existe!
Como os característicos amigos invisíveis da infância.
Mas isso só ocorre porque a criança é real e precisa de amigos.
Pode, então, ter um amigo que não existe.
Mas, inversamente, como um inexistente tem amigos reais?
Para que um nada precisa de amigos?

.

Assim concluo precisamente.
Não tenho amizades.
As que tenho são contratos inválidos.
Preciso ter Eu.
O meu Eu precisa ser batizado, registrado,
socialmente desenvolvido e inserido.
Por enquanto continuo a ser
Um solitário cheio de verdadeiros amigos;
Amigo de muitos, repleto de vazios.

.

———————————————————————————————–

(31/07/2009)

Não te amo.
Todavia amo nós dois.
Amo nosso amor.
Não amo você.
Mas amo a leveza que sinto com você.
Não amo o objeto do desejo.
Amo, contudo, apenas o próprio desejo.

.

———————————————————————————————–

(05/08/2009)

Crianças, combustível da esperança.
Sonhando, alimentam nossa alma.
Vivendo, alegram nosso corpo.
Os pequenos buscam confiantes
aquilo que chamamos utopia.
Chamamo-os de sonhadores,
enquanto para eles somos céticos.
Na sua imaginação resolvem qualquer problema.
Na nossa, criamos sempre mais um.

.

Ah se fôssemos como crianças!
Não teríamos teorias revolucionárias,
Apenas planos de sociedade.
Não aceitaríamos tudo.
Mas faríamos pirraça até tudo mudar.
Buscaríamos sempre o ótimo
E não ficaríamos conformados com o melhor agora.
Cuidaríamos dos animais como nossos de estimação.
Aproveitaríamos cada instante com todas nossas forças.
Seríamos sinceros e amáveis.

.

Crescer não é amadurecer!
Crescer é um processo inevitável.
Amadurecer, um caminho.
Crescemos, mas ficamos estúpidos,
arrogantes, insensíveis, incrédulos, inescrupulosos,
violentos, competitivos.
Parece que enquanto adultos,
largamos apenas as coisas de criança que não devíamos.
Deveríamos ser crianças maduras, evoluídas,
e não adultos infantilizados e inconsequentes.

.

———————————————————————————————–

(05/08/2009)

Meu espelho está inteiro.
A imagem da paisagem é completa, inteira.
Quando olho para ele,
Sinto como se estivesse quebrado.
A imagem não é uma só.
São várias, mas não se encaixam.
Os contornos não batem.
Não é um quebra-cabeça.
É uma fragmentação esquisita.
Partes de mim que não formam Eu.
Vejo Eu dividido em partes que não são minhas.
Isso não me incomodaria
se a paisagem não fosse tão bela.
Tão exata.
Que exatidão há em mim?
Algo em mim pode ser refletido?

Nada, Verdade.

(05/08/2009)

A noite toda estive acordado.
Olhei todos os meus livros.
Procurei, procurei…
Não encontrei o Poeta.
Nenhum texto pôde exprimir minha dor.
Minha alma dói.
Poeta para entendê-la, analisá-la ou curá-la,
Esse não achei.
Belos textos. Ricas rimas.
Que construção!
Palavras que por si só soavam músicas!
Perfeição demais.
Mas não li sequer um texto
capaz de completar minha alma imperfeita.
Imperfeito demais para tudo.
Alma doente, corpo apenas vivente.
Talvez em Pessoa tenha encontrado…
Não um alívio, inversamente um tormento.
Ao menos uma explicação.
Plausível, objetiva, fria, humanamente desumana:
Não sou nada.
Nunca fui nada.

O carrossel quebrado

(??/07/2009)

A vida é um grande carrossel.
Cada parte da volta passa por um espaço diferente.
Há espaços terríveis, assustadores,
Outros sublimes, incríveis.
Alguns nos fazem chorar,
Mas também o que em nós alegria pode despertar.

.

O Existir e seus ciclos.
Momentos de vales e de montanhas.
Instantes de Dia e de Noite.
Esse é o imutável desenrolar do estar vivendo.

.

Alguma coisa parece fora do lugar.
Os ciclos esão desligados, desconexos.
Tem carrossel que permanece tempo demais em um espaço.
A alternância é irregular.
Há gente demais em vales.
Muitas noites estão longas demais.

.

Quem resolverá? Há conserto?
As engrenagens estão corretamente montadas?
O que está havendo?
Cade o técnico?
A que órgão devo recorrer?
Onde está o responsável por tudo isso?

Corporativismo Divino

(??/07/2009)

Não suporto mais o corporativismo de Deus.
Chego no limite.
Não sou marionete.
Quero o livre arbítrio.
Quero ser humano.
Dispenso contradições religiosas.

.

A vida é aqui.
O agora é a vida.
Que metafísica há no depois?
Ah, sim. A metafísica do agora.  E o deixar do depois.
É duro demais respirar a resina do eterno.
Viver sob a ótica da passagem.
Desisti. Perdi. Cansei.
Não quero mais ser peregrino.
Chega de viagens.
O passageiro me consome.
Preciso fincar raízes.
Como posso florescer e frutificar?
Assim padeço, mas sem envelhecer…
Envelhecer faz parte do viver.
Não vivo, apenas padeço.

.

Já sei. Não terei respostas.
Entendi. Nunca entenderei. Minhas perguntas,
Sempre perguntas apenas, questionamentos…
Se é assim, também não quero aceitar.
Não aceito os atos de Deus.
Sofro. Sem resposta.
O sofrimento não pára.
Meus irmãos, sem resposta, sofrem.
Não aceitemos.

Somos o tempo. Somos atores. Sempre.

(15/07/2009)

Hoje mesmo estava vendo um debate sobre o tema “O Humano”, do qual participava a Monja Coen, da tradição Zen-budista. Uma de suas falas foi a inspiração para esse texto. Tratando da essência humana ela falou:

“O tempo não é linear. Não fazemos parte do tempo. Somos o tempo. Nós fazemos tudo. O mundo só é assim por nossa causa. Precisamos entender que somos a vida do planeta. Se as coisas estão de um jeito ou de outro deve-se a quem foram nossos ancestrais, quem somos e quem planejamos ser.”

Refleti muito sobre o significado social dessa idéia e percebi que em muitas tradições religiosas, filosofias e crenças somos entendidos como sujeitos, autônomos. Por que então nos fazemos tão ausentes?

A ideologia burguesa parece ter sobrepujado qualquer outro conjunto de valores e, assim, impregnaram-nos com a idéia de que a realidade é imutável. O máximo de mudanças que podemos vislumbrar é fruto do assistencialismo de alguma atitude de “responsabilidade social”. E desse modo temos existido. Sendo autômatos. Achando que somos apenas parte de uma realidade maior.

Ouço freqüentemente na faculdade que não temos poder para nada. Os estudantes parecem terem sido vencidos. Perderam a batalha, não porque lutaram e foram derrotados, mas porque entenderam que sequer podemos travá-la.

Temos assistido a tudo como se nós coubesse apenas o papel de espectadores. Ainda somos atores. Atores ausentes, que não se movimentam, que não fazendo nada somos simplesmente agentes de manutenção, contudo ainda agentes. Como a monja disse, somos o tempo. Assim sendo, inevitavelmente somos atores, mesmo atuando como espectadores. Temos vivido assistindo o espetáculo no qual apenas alguns atores são contemplados. A maior parte dos atores apenas assiste e muitos nem estão do lado de fora. Porem, nos papéis de espectadores ou transeuntes, ainda assim somos atores.

Até quando agiremos dessa forma? Será que a indignação não chegará? O apóstolo Paulo, grande ícone dentro da religião cristã, disse em sua carta a igreja de Roma: “E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.”  Como já foi dito, em muitas tradições religiosas, na sua essência verdadeira e não deturpada, vemos nós humanos como agentes de transformação.

Paulo Freire, o maior pensador brasileiro da educação, dizia que não podemos aceitar uma concepção fatalista da realidade. O mundo é assim e pronto. Não. Se o mundo é assim, podemos mudar. A realidade não é a algo totalmente coercitivo a nós. Temos a capacidade de alterá-la a todo instante. Para construirmos um mundo melhor, devemos começar exterminando essa idéia. Temos que colocar em nossos ombros a responsabilidade, a capacidade e a oportunidade de mudanças.

Tudo isso que foi dito transfiro para uma esfera menor. Para a esfera do movimento estudantil. Um movimento que é dever de todos. Todos nós devemos lutar pelas conquistas da nossa educação. Essa tarefa não cabe a poucos indivíduos, ligados a um partido ou que cursam uma graduação em ciências humanas. Todas as lutas do movimento estudantil são lutas de todos estudantes.

Imagino que todos queiram receber uma educação de qualidade, gratuita e de acesso universal. Essa guerra é extensa, com muitas batalhas que precisam ser ganhas com o apoio e participação de todos. Muitas lutas precisam sair da esfera do debate de ideologias e ir para a prática com avanços concretos nas conquistas para a sociedade.

Não podemos entrar na universidade simplesmente para construir nossa profissão. Sabemos que as universidades públicas estão precarizadas, faltam professores, verbas, melhores salas de aula, materiais, etc. Não podemos achar que é mérito ser formado em uma instituição absurdamente sucateada. Sermos estudantes de uma universidade que é considerada uma das melhores não é mérito só pelo status. Todos sabemos de toda a deficiência do nosso ensino superior público. Em vez de nos gabarmos por estudar em uma instituição precária, por que não lutar para que ela realmente seja de excelência?

Vivemos num individualismo extremamente vazio, que não constrói nada, que só aumenta nosso ceticismo. É preciso expandir a idéia do Eu. Para encontrarmos a felicidade e a paz temos que sair do casulo do eu individual. É necessário perceber que cuidando do bem coletivo estamos tratando do nosso eu. Somos seres sociais. Somos completos em nós mesmos apenas na concepção em que o outro faz parte do nosso eu.

O tempo somos nós, o estado somos nós, todo o sistema político-econômico somos nós. Se negarmos tudo isso, deixaremos a eles, a uns poucos “donos do poder” as rédeas de nossa existência. Sejamos atores atuantes. Agentes de transformação e não de manutenção de uma realidade terrível.

Planos dos mundos impenetráveis

(14/07/2009)

Não preciso de planos.
Não por ter construído muitos,
Mas pelo excesso de planos que já fazem pra mim.
Em cada mundo que vou vejo os planos para mim

.

Minha família tem planos pra mim.
Meus amigos têm planos pra mim;
Por serem diversos, são muitos os planos.
Meus amores também os têm.
Os Templos que freqüento constroem nas pessoas
Planos pra mim.
As outras religiões têm planos para mim.
Deuses que não conheço têm planos para mim.
Meu patrão tem planos pra mim.
Meus professores têm planos. Diversos.
Meu partido político tem planos para mim.
Meus adversários têm planos a mim. Pra mim.
O Estado tem planos pra mim
Até os institutos de estatísticas têm planos para mim.
O que não me faltam são planos.

.

O lamentável é que cada mundo desses torna-se impenetrável
Por eu não escolher seus planos.
Sou um pouco de tudo. Sou um pouco de nada.
Sou estranho para todos.
Peregrino em minha própria terra.
Em qualquer cenário sou um sujo.
Não há contemporaneidade que suporte a estranheza do meu Eu.
Não há conceito que me entenda como belo.
Não há Arte para me admirar.
Não há religião para me salvar.
No quadro perfeito deles, sou uma mancha.
No quadro destoante d’outros, sou limpo demais.
Ser virtuoso é uma besteira.
Não haver excessos. Quanta radicalidade.
Ah, Se Aristóteles soubesse como não há espaço para os virtuosos,
Não teria escrito mais nenhuma palavra.

.

A impenetrabilidade do mundo não suporta virtuosos.
Virtuosos mancham a limpeza deles. Apenas por ser diferente.
Como é bom ser mais um. Ser apenas mais um.
Nada que mais um.
Sendo mais um, podemos ser parte de todos.
Enquanto todos, somos mais completos.
Vazios de nós mesmos, mas completos.
Completos de uma alienação que alivia, que ameniza a alma.

O Nada dito Eu

(24/06/2009)

Não há pior solidão que aquela desconhecida.
A solidão a dois.
Estar cheio, porém incompleto.
Repleto, mas vazio.
Quanto mais cheio parecemos estar,
Mais vazio nos tornamos.
A multidão não nos preenche,
As imagens não rechaçam mais.

É impossível me encher com alguém ou algo.
Estou cheio de mim
Estou cheio de um vazio chamado Eu
São muitos em mim.
São tantos eus para tomar espaço
Que o Eu fica ausente.
Como posso ser Um sendo tantos ao mesmo tempo?
Não posso.
Na verdade não sou.
Sou o Nada.
Mas como?

O nada não é a falta do ser.
O Nada é o oposto do ser.
Ou Ser, ou Nada.
Não pode Ser Nada.
Assim, vim do Nada.
Irei para o Nada.
Vivo no Nada.
Nunca serei.
Apenas quando o Nada acabar.

Por que tantos desejos, então?
Por que como Nada desejamos?
Só desejamos porque sabemos que
Sempre seremos incompletos.
Por que tais desejos?
Nada somos, Nada desejamos, Nada alcançamos.
Para que sonhos?
Sonhamos como Nada, para Nada.
Construir o que sempre será Nada.
A construção do nada é em vão apenas.
Toda a minha vida construo um eu,
Um eu que é nada.


Por que tanto medo?
Qual o motivo de tanta angústia?
O medo surge do novo, nasce da incerteza,
Na dúvida é criado, do caminho errante aparece.
Por que então medo?
Já sabemos não há ser.
Tudo é Nada.
Sempre será.
Por que, medo?
A realidade parece imutável, o nada pra sempre.


Ah, vaidade chamada homem.
Ah ilusão dita mundo!
Acaba-te. Exploda.
Talvez, assim, o Nada não sendo mais,
Surja o Ser.


Sinto-me ridículo escrevendo estes versos.
Mais ridículo, porém, me sinto quando os deixo de escrever.
Perceber o mundo me torna mais humano,
Mais angustiado, mais humanamente Nada.
Não há saída, Nada somos.
Melhor sermos humanamente Nada.
Pensar a metafísica do Nada é
Pensar em mim, no meu Eu.
Filosofar o vazio é
A tentativa de entender minha alma.
Não escrevo para ser poeta,
Mas para ser Humano.
Escrever para perceber…
Escrever para tentar esvaziar o Nada chamado Eu.

Mas Um Mais. Ser…

(26/06/2009)

Não sei se Sou um.
Sou mais um talvez.
Não quero
Não suporto.
Não quero ser mais um.
Quero ser… apenas

Ser um Grande Mais Um?
Ser um Grande, mais um?
Ser um grande, mas Um?
Ser Mais Um Grande?
Ser Mais, um Grande?
Ser mais que um, Grande.
Ser Um, mas grande.
Grande, ser um, mas.
Ser um Mas…
Ser um grande Mas…
Mas grande como Nada.
Nada mais como grande.
Ser Um é grande.
Um ser é mais, grande.
Mais nada, mas.

Existindo em vida…

(24/12/2007)

Ando com anseio pela morte.
Deveras sem medo do desconhecido.
Talvez, talvez porque
nunca tive uma vida.
E se tenho, perco-a e ganho-a diariamente.
Nasço ao dormir e morro ao acordar.
Se morrer é sonhar como Shakespeare dissera,
então há vida na morte.
Havendo ou não, que diferença faz;
Não há sonho e vida na vida.
A vida é dura e cruel longamente,
E a morte, ah morte, se és cruel para nós,
És apenas uma única vez.
E se não for?
Não importa.
Nunca saberei em vida.
Assim prefiro: esquecer a metafísica da existência,
Desejar a realidade da morte.
Quão duras são estas palavras.
Na verdade, não.
Por que tanto temor?
O que nos aflige é a vida,
a vida vivida, conhecida, talvez exaurida em nós mesmos.
A morte, por que a temer?
Não a conhecemos, tampouco entendemos.
Morte, morte
Ah, como és bela.
Tu, que exterminas eus perdidos, ficções sociais,
angústias, seres incompletos, perdidos, afogados,
deslocados, deslocados…
Por quê?
Por que perder tempo escrevendo isso?
Chamar atenção?
Tentativa frustada de ser…?
Apenas uma atividade de evasão
Evasão dessa realidade inconformável da vida.
Uma cartase, sim !
E assim torno-me mais apto para continuar…
A viver, não..
Para continuar em vida.  Existindo…

Responses

  1. sem querer puxar o saco mas puxando….rsrs…
    fiquei contemplado!!!
    me sinto exatamente assim, sem essas palavras pe claro…
    rsrs

  2. A poemas com alma de Álvaro de Campos, merecem nada mais que uma resposta de Álvaro de Campos meu caro:

    “Estar é ser.”

    Ricardo

  3. Temos que superar esse homem que o vazio compadece. Busquemos o super-homem. aquele que olhará em nossos olhos e verá o adubo de uma terra fenecida.

  4. O rapaz…. O medo da morte é o amor latente à vida. Nem se preocupe que o pessimismo passa. Mais cedo ou mais tarde.
    Belos poemas.

    Abraço.

  5. “Quem não se movimenta
    não sente as cadeias que os predem”
    Rosa Luxemburgo

    ***

    Olá,
    ainda aguardo uma atividade sobre a questão da mulher!

    Abraços,
    Clarissa.


Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: